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segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Para que serve o Triptofano ?

 triptofano é um aminoácido essencial. Ele é utilizado pelo cérebro junto com a vitamina B3 —a niacina —, para ajudar o corpo a produzir a serotonina, um neurotransmissor relacionado ao humor e bem-estar, popularmente conhecido como hormônio da felicidade.

l-triptofano, ou 5-HTP, é um aminoácido essencial que aumenta a produção de serotonina no sistema nervoso central. A serotonina é um neurotransmissor importante que regula o humor, o apetite e o sono, sendo muitas vezes utilizado para tratar casos de depressão ou ansiedade.

Lista de alimentos ricos em triptofano

AlimentosQuantidade de triptofano em 100 gEnergia em 100 g
Queijo7 mg300 calorias
Amendoim5,5 mg577 calorias
Castanha de caju4,9 mg556 calorias
Carne de frango4,9 mg107 calorias
Ovo3,8 mg151 calorias
Ervilha3,7 mg100 calorias
Pescada3,6 mg97 calorias
Amêndoa3,5 mg640 calorias
Abacate1,1 mg162 calorias
Couve-flor0,9 mg30 calorias
Batata0,6 mg79 calorias
Banana0,3 mg122 calorias


Como lidar com a ansiedade ? - Veja um roteiro para lidar com as ansiedades no dia a dia de forma prática e objetiva.

Porque o potássio é importante em nosso organismo

potássio é necessário para o funcionamento normal de todas as células. Pois regula os batimentos cardíacos, garante o funcionamento adequado dos músculos e nervos. Além de ser vital para sintetizar proteínas e metabolizar carboidratos.

O potássio é responsável por:

  1. Participa da contração dos músculos;
  2. Reduz a retenção de fluídos;
  3. Equilibra os níveis de açucar no sangue;
  4. Interage com o sódio;
  5. Participa do equilíbrio hídrico em nosso corpo.

sábado, 30 de outubro de 2021

Lista de Verbos Irregulares para Concurso Público

Tabela de verbos irregulares

InfinitivoPassado simplesParticípio passadoSignificado
to arisearosearisenerguer, levantar
to awakeawokeawokenacordar, despertar
to bewas / werebeenser, estar, ficar
to bearborebornesuportar, aguentar
to beatbeatbeatenbater, espancar, superar, vibrar, palpitar
to becomebecamebecometornar-se
to beginbeganbeguncomeçar, iniciar
to bendbentbentcurvar, entortar, franzir, dirigir, desistir
to betbetbetapostar
to bidbadebiddenoferecer, convidar, ordenar, desejar, leiloar
to bindboundboundatar, amarrar, obrigar
to bitebitbittenmorder, engolir a isca
to bleedbledbledsangrar, perder sangue;
to blowblewblownsoprar, assobiar, fazer soar
to breakbrokebrokenquebrar, romper, violar
to breedbredbredprocriar, gerar, fazer criação, educar, ensinar
to bringbroughtbroughttrazer, servir, causar, executar, induzir
to buildbuiltbuiltconstruir, edificar, fabricar
to burnburntburntqueimar, incendiar, carbonizar
to burstburstburstarrebentar, explodir, brotar, exclamar
to buyboughtbougthcomprar
to castcastcastarremessar, jogar, derrubar, moldar
to catchcaughtcaughtpegar, capturar, entender, adquirir
to choosechosechosenescolher, selecionar, preferir
to clingclungclungpegar-se, unir-se, aderir
to clotheclothedclothedvestir, cobrir
to comecamecomevir, chegar
to costcostcostcustar
to creepcreptcreptengatinhar, arrastar-se no chão, andar de rasto
to crowcrewcrowedcacarejar
to cutcutcutcortar, partir, reduzir, recortar, castrar
to dealdealtdealtdar, distribuir, repartir, dividir, espalhar, negociar
to digdugdugcavar, escavar
to dodiddonefazer
to drawdrewdrawndesenhar, extrair, sair
to drinkdrankdrunkbeber
to drivedrovedrivendirigir, guiar
to dwelldweltdweltresidir, ficar por um tempo, enfatizar, insistir em
to eatateeatencomer
to fallfellfallencair, desaguar, abater-se, decrescer, diminuir
to feedfedfedalimentar, nutrir
to feelfeltfeltsentir, notar
to fightfoughtfoughtlutar, brigar
to findfoundfoundachar, encontrar
to fleefledfledfugir, escapar, evitar, correr
to flingflungflunglançar, arremessar
to flyflewflownvoar
to forbidforbadeforbiddenproibir
to forgetforgotforgottenesquecer(-se)
to forgiveforgaveforgivenperdoar
to forsakeforsookforsakenabandonar, desertar, largar; abrir mão de
to freezefrozefrozencongelar, gelar
to getgotgotobter, conseguir
to givegavegivendar
to gowentgoneir
to growgrewgrowncrescer, florescer, germinar
to hanghunghungpendurar, suspender
to havehadhadter, possuir
to hearheardheardouvir, escutar, ter notícias
to heavehovehovepuxar
to hewhewedhewnreduzir, talhar
to hidehidhiddenesconder(-se), ocultar
to hithithitbater, chocar-se
to holdheldheldsegurar, agarrar
to hurthurthurtferir(-se), machucar
to keepkeptkeptmanter, conservar, preservar
to kneelkneltkneltajoelhar-se
to knitknitknittricotar
to knowknewknownsaber, conhecer
to laylaidlaidpôr, colocar, derrubar, deitar
to leadledledconduzir, liderar, dirigir, comandar
to leapleaptleaptsaltar, pular, transportar, cobrir (os animais)
to learnlearntlearntaprender, ficar sabendo
to leaveleftleftpartir, deixar, sair
to lendlentlentemprestar
to letletletpermitir, deixar
to lielaylaindeitar, jazer
to lightlitlitacender, iluminar
to loselostlostperder
to makemademadefazer, criar, elaborar
to meanmeantmeantsignificar, querer dizer
to meetmetmetencontrar(-se), reunir(-se)
to partakepartookpartakenparticipar
to paypaidpaidpagar
to putputputpôr, colocar
to quitquitquitdesistir, abandonar
to readreadreadler, interpretar
to rideroderiddencavalgar, andar de bibicleta ou carro
to ringrangrungsoar, tocar (campainha, telefone)
to riseroserisenerguer-se, levantar-se
to runranruncorrer, apressar-se
to sawsawedsawnserrar
to saysaidsaiddizer, afirmar, declarar
to seesawseenver, perceber
to seeksoughtsoughtprocurar, pedir, almejar
to sellsoldsoldvender
to sendsentsentenviar, mandar
to setsetsetpôr, dispor, ajustar
to sewsewedsewncosturar, coser
to shakeshookshakensacudir, agitar, apertar a mão (em cumprimento)
to shedshedshedderramar, vazar
to shineshoneshonebrilhar
to shootshotshotatirar, ferir com tiro
to showshowedshownmostrar, apresentar
to shredshredshredcortar em pedaços, picar, retalhar, rasgar
to shrinkshrankshrunkcontrair, encolher, recuar
to shutshutshutfechar, cerrar; tampar
to singsangsungcantar
to sinksanksunkafundar
to sitsatsatsentar(-se)
to slayslewslainmatar, assassinar, destruir, arruinar
to sleepsleptsleptdormir
to slideslidslidescorregar, deslizar
to slingslungslungatirar, arremessar
to smellsmeltsmeltcheirar
to smitesmotesmittenbater, espancar
to sowsowedsownsemear
to speakspokespokenfalar
to spellspeltspeltsoletrar
to spendspentspentgastar (dinheiro), passar (tempo)
to spillspiltspiltderramar
to spinspunspungirar
to spitspatspitcuspir
to spoilspoiltspoiltestragar, destruir
to spreadspreadspreadespalhar, estender
to springsprangsprungsaltar, lançar-se, libertar-se
to standstoodstoodficar ou pôr-se de pé
to stealstolestolenroubar, furtar
to stickstuckstuckcravar, fincar
to stingstungstungpicar, ferroar
to stinkstankstunkfeder; enojar
to strewstrewedstrewnespalhar, polvilhar, aspergir
to stridestrodestriddencaminhar, cavalgar
to strikestruckstruckbater, golpear
to stringstrungstrungamarrar, pendurar, enfiar, esticar
to strivestrovestrivenaspirar, tentar, esforçar-se
to swearsworeswornjurar
to sweatsweatsweatsuar
to sweepsweptsweptvarrer
to swellswelledswolleninchar (-se), crescer, encher (os pneus)
to swimswamswumnadar
to swingswungswungbalançar
to taketooktakentomar, pegar, levar
to teachtaughttaughtensinar
to teartoretornchorar, lacrimejar; rasgar, rachar
to telltoldtolddizer, contar
to thinkthoughtthoughtpensar, achar
to thrivethrovethriventer sucesso
to throwthrewthrownlançar, atirar
to thrustthrustthrustempurrar
to treadtrodtroddenpisar, andar, pôr os pés
to understandunderstoodunderstoodentender, compreender
to wakewokewokenacordar
to wearworewornvestir, usar, trajar
to weavewovewoventecer, trançar
to weepweptweptchorar
to wetwetwetmolhar, umedecer
to winwonwonganhar, vencer
to windwoundwoundgirar, enrolar-se
to wringwrungwrungtorcer

UM HOMEM DE CONSCIÊNCIA


UM HOMEM DE CONSCIÊNCIA

     Chamava-se João Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.
     Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor.
     Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.
     – Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons – agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando…
     João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.
     – É isso, deliberou lá por dentro. Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.
     Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada…
     Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado – e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!
     João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas. Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.
     Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.
     – Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?
     – Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.
     – Mas como? Agora que você está delegado?
     – Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus.
     E sumiu.

(Monteiro Lobato, CIDADES MORTAS. 12a Edição. São Paulo,   Editora Brasiliense, 1965)

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Imagem de Yuri_B por Pixabay 

Financiamento de déficit público



Assim, descartando, por impraticável, o aumento dos impostos, um déficit nas contas públicas terá de ser financiado por uma ou mais das três seguintes fontes:

i) emissão monetária;
ii) empréstimo bancário;
iii) endividamento interno.

Dependendo da forma escolhida para o financiamento do déficit, as repercussões macroeconômicas serão distintas.

Assim, por exemplo, costuma-se associar a emissão monetária com a aceleração inflacionária; já o endividamento interno tende a elevar a taxa de juros real da economia  o que contribui para aumentar ainda mais os encargos financeiros da própria dívida do governo, agravando cada vez mais os desequilíbrios das contas públicas.

Qual é o ideal ? É usar qual forma de financiamento dos gastos públicos ? O ideal é que haja sempre um equilíbrio entre receitas e despesas. A população tem de entender que "Não há almoços grátis" (tradução da expressão em inglês There is no free lunch) ou "Não existe essa coisa de almoço grátis" (tradução literal da expressão There ain't/is no such thing as a free lunch). Alguém sempre paga a conta. Então, quando o governo gasta mais com determinada política pode ter certeza que alguém vai pagar por isso, é impossível conseguir algo sem dar nada em troca. Toda decisão de gastos públicos implicará em uma despesa que mais cedo ou mais tarde alguém irá pagar. O ônus sobre quem recairá estes pagamentos dependerá única e exclusivamente de decisões políticas e do poder dos agentes econômicos em interferir nessas políticas.

Curva de Laffer


Em 1974, Laffer desenhou num guardanapo de papel uma curva que se tornou um dos pilares da ideologia economica de direita nos anos 1980 (na imagem). A maioria dos economistas ridicularizaram, naquela época, as políticas que assentavam nesta curva. Mas hoje, esta ideia contém um aviso poderoso para as finanças públicas de qualquer nação.

A curva de Laffer é uma representação teórica da relação entre o valor arrecadado com um imposto às diferentes taxas. É usada para ilustrar o conceito de "elasticidade da receita taxável". Para se construir a curva, considera-se o valor obtido com as alíquotasde 0% e 100%. É óbvio que uma alíquota de 0% não traz receita tributária, mas a hipótese da curva de Laffer afirma que uma alíquota de 100% também não gerará receita, uma vez que não haverá incentivo para o sujeito passivo da obrigação tributária receber ou conseguir qualquer valor. Se ambas as taxas - 0% e 100% - não geram receitas tributárias, conclui-se que deve existir uma alíquota na qual se atinja o valor máximo. A curva de Laffer é tipicamente representada por um gráfico estilizado em parábola que começa em 0%, eleva-se a um valor máximo em determinada alíquota intermediária, para depois cair novamente a 0 com uma alíquota de 100%.
Um resultado potencial da curva de Laffer é que aumentando as alíquotas além de certo ponto torna-se improdutivo, à medida que a receita também passa a diminuir. Uma hipotética curva de Laffer para cada economia pode apenas ser estimada, frequentemente apresentando resultados controversos.