Quanto tempo de afastamento fica quem está com Insuficiência (da valva) tricúspide não-reumática ?

Quanto tempo de afastamento dá o atestado para Insuficiência (da valva) tricúspide não-reumática ?

O tempo de afastamento que atestado para Insuficiência (da valva) tricúspide não-reumática pode dar vai depender de quão grave está a doença.

A necessidade do afastamento do trabalho está diretamente relacionada com a incapacidade para trabalhar. O simples fato de estar doente não necessariamente significa que a pessoa não pode trabalhar, tudo vai depender do grau da doença, da incapacidade e do trabalho que a pessoa faz.

Quem pode de fato dizer se a pessoa deve ficar ou não afastada do trabalho é o médico perito do INSS ou o médico do trabalho que tem a competência de relacionar o tipo de doença que a pessoa tem com o tipo de trabalho que executa. O fato de ter um atestado dizendo que está com Insuficiência (da valva) tricúspide não-reumática não quer dizer que a pessoa já tem seu benefício de auxílio-doença aprovado automaticamente pelo INSS ou pela Justiça, que avaliará entre outras coisas o grau de incapacidade e o tipo de serviço que realiza.

Se você foi diagnosticado com o Insuficiência (da valva) tricúspide não-reumática deverá estar ciente que cabe ao médico a decisão pelo seu afastamento ou não do trabalho para fins de tratamento.

Aposentadoria por Invalidez por causa de Insuficiência adrenocortical primária

Dá para se aposentar por invalidez por causa de Insuficiência adrenocortical primária ?

A Aposentadoria por invalidez é um benefício devido ao trabalhador permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa e que também não possa ser reabilitado em outra profissão, de acordo com a avaliação da perícia médica do INSS. O benefício é pago enquanto persistir a incapacidade e pode ser reavaliado pelo INSS a cada dois anos.

O critério que irá definir se a pessoa tem ou não direito à aposentadoria por invalidez não é a doença em si (Insuficiência adrenocortical primária), e sim o grau de incapacidade em relação ao trabalho. Se o segurado não tem condições de trabalhar e se esse for um quadro permanente, neste caso cabe a aposentadoria por invalidez ou incapacidade.

No entanto, muita gente reclama que mesmo estando doente o INSS nega seu benefício. Neste caso é necessário consultar um advogado para verificar a viabilidade de entrar com um processo judicial contra o INSS.

Aposentadoria por Invalidez por causa de Motociclista traumatizado em colisão com um automóvel [carro], “pick up” ou caminhonete – condutor traumatizado em um acidente de trânsito

Dá para se aposentar por invalidez por causa de Motociclista traumatizado em colisão com um automóvel [carro], “pick up” ou caminhonete – condutor traumatizado em um acidente de trânsito ?

A Aposentadoria por invalidez é um benefício devido ao trabalhador permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa e que também não possa ser reabilitado em outra profissão, de acordo com a avaliação da perícia médica do INSS. O benefício é pago enquanto persistir a incapacidade e pode ser reavaliado pelo INSS a cada dois anos.

O critério que irá definir se a pessoa tem ou não direito à aposentadoria por invalidez não é a doença em si (Motociclista traumatizado em colisão com um automóvel [carro], “pick up” ou caminhonete – condutor traumatizado em um acidente de trânsito), e sim o grau de incapacidade em relação ao trabalho. Se o segurado não tem condições de trabalhar e se esse for um quadro permanente, neste caso cabe a aposentadoria por invalidez ou incapacidade.

No entanto, muita gente reclama que mesmo estando doente o INSS nega seu benefício. Neste caso é necessário consultar um advogado para verificar a viabilidade de entrar com um processo judicial contra o INSS.

Aposentadoria por Invalidez por causa de Hérnia ventral com gangrena

Dá para se aposentar por invalidez por causa de Hérnia ventral com gangrena ?

A Aposentadoria por invalidez é um benefício devido ao trabalhador permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade laborativa e que também não possa ser reabilitado em outra profissão, de acordo com a avaliação da perícia médica do INSS. O benefício é pago enquanto persistir a incapacidade e pode ser reavaliado pelo INSS a cada dois anos.

O critério que irá definir se a pessoa tem ou não direito à aposentadoria por invalidez não é a doença em si (Hérnia ventral com gangrena), e sim o grau de incapacidade em relação ao trabalho. Se o segurado não tem condições de trabalhar e se esse for um quadro permanente, neste caso cabe a aposentadoria por invalidez ou incapacidade.

No entanto, muita gente reclama que mesmo estando doente o INSS nega seu benefício. Neste caso é necessário consultar um advogado para verificar a viabilidade de entrar com um processo judicial contra o INSS.

Quanto tempo de afastamento fica quem está com Infertilidade feminina associada à fatores do parceiro ?

Quanto tempo de afastamento dá o atestado para Infertilidade feminina associada à fatores do parceiro ?

O tempo de afastamento que atestado para Infertilidade feminina associada à fatores do parceiro pode dar vai depender de quão grave está a doença.

A necessidade do afastamento do trabalho está diretamente relacionada com a incapacidade para trabalhar. O simples fato de estar doente não necessariamente significa que a pessoa não pode trabalhar, tudo vai depender do grau da doença, da incapacidade e do trabalho que a pessoa faz.

Quem pode de fato dizer se a pessoa deve ficar ou não afastada do trabalho é o médico perito do INSS ou o médico do trabalho que tem a competência de relacionar o tipo de doença que a pessoa tem com o tipo de trabalho que executa. O fato de ter um atestado dizendo que está com Infertilidade feminina associada à fatores do parceiro não quer dizer que a pessoa já tem seu benefício de auxílio-doença aprovado automaticamente pelo INSS ou pela Justiça, que avaliará entre outras coisas o grau de incapacidade e o tipo de serviço que realiza.

Se você foi diagnosticado com o Infertilidade feminina associada à fatores do parceiro deverá estar ciente que cabe ao médico a decisão pelo seu afastamento ou não do trabalho para fins de tratamento.